governança corporativa

Conselho de Administração

O Conselho de Administração é órgão de deliberação estratégica e colegiada da empresa, deve exercer suas atribuições considerando os interesses de longo prazo da Hemobrás, os impactos decorrentes de suas atividades na sociedade e no meio ambiente, composto por 11 (onze) membros eleitos pela Assembleia Geral para um prazo de gestão unificado de 2 (dois) anos. O Conselho se reúne ordinariamente mensalmente, e extraordinariamente sempre que necessário. O conselho tem como algumas de suas atribuições fixar a orientação geral dos negócios da empresa; eleger e destituir os membros da Diretoria Executiva da empresa, fixando-lhes as atribuições; e fiscalizar a gestão dos membros da Diretoria Executiva.

Composição

Atas de Reuniões

Contato

Telefone: (61) 3223-7155
E-mail: conselho@hemobras.gov.br
Endereço SRTV Sul Quadra 701 Bloco O , s/n , Salas nº 140,142,144,146 e 148, ASA SUL, BRASILIA - DF , CEP : 70.340-000. Livia Oliveira - Secretária do Conselho

I – fixar a orientação geral dos negócios da empresa; 

II – Eleger e destituir os membros da Diretoria Executiva da empresa, inclusive o Presidente, fixando-lhes as atribuições; 

III – fiscalizar a gestão dos membros da Diretoria Executiva, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da empresa, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos;

IV – manifestar-se previamente sobre as propostas a serem submetidas à deliberação dos acionistas em assembleia; 

V – aprovar a inclusão de matérias no instrumento de convocação da Assembleia Geral, não se admitindo a rubrica “assuntos gerais”; 

VI – convocar a Assembleia Geral; 

VII – manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da Diretoria Executiva;

VIII – manifestar-se previamente sobre atos ou contratos relativos à sua alçada decisória; 

IX – autorizar a alienação de bens do ativo não circulante, a constituição de ônus reais e a prestação de garantias a obrigações de terceiros; 

X – autorizar e homologar a contratação de auditores independentes, bem como a rescisão dos respectivos contratos; 

XI – aprovar as Políticas de Conformidade e Gerenciamento de riscos, Dividendos e Participações societárias, bem como outras políticas gerais da empresa; 

XII – aprovar e acompanhar o plano de negócios, estratégico e de investimentos, e as metas de desempenho, que deverão ser apresentados pela Diretoria Executiva; 

XIII – analisar, ao menos trimestralmente, o balancete e demais demonstrações financeiras elaboradas periodicamente pela empresa, sem prejuízo da atuação do Conselho Fiscal; 

XIV – determinar a implantação e supervisionar os sistemas de gestão de riscos e de controle interno estabelecidos para a prevenção e mitigação dos principais riscos a que está exposta a empresa estatal, inclusive os riscos relacionados à integridade das informações contábeis e financeiras e os relacionados à ocorrência de corrupção e fraude; 

XV – definir os assuntos e valores para sua alçada decisória e da Diretoria Executiva; 

XVI – identificar a existência de ativos não de uso próprio da empresa e avaliar a necessidade de mantê-los; 

XVII – deliberar sobre os casos omissos do estatuto social da empresa, em conformidade com o disposto na Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976; 

XVIII – aprovar o Plano Anual de Atividades de Auditoria Interna – PAINT e o Relatório Anual das Atividades de Auditoria Interna – RAINT, sem a presença do Presidente da empresa; XIX – criar comitês de assessoramento ao conselho de administração, para aprofundamento dos estudos de assuntos estratégicos, de forma a garantir que a decisão a ser tomada pelo colegiado seja tecnicamente bem fundamentada; 

XX – eleger e destituir os membros de comitês de assessoramento ao Conselho de Administração, bem como do Comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração; 

XXI – atribuir formalmente a responsabilidade pela área de Conformidade e Gerenciamento de Riscos a membros da Diretoria Executiva; 

XXII – realizar a autoavaliação anual de seu desempenho, observados os quesitos mínimos dispostos no inc. III do art. 13 da Lei n° 13.303, de 30 de junho de 2016; 

XXIII. nomear e destituir os titulares da Auditoria Interna, após aprovação da Controladoria Geral da União; 

XXIV – conceder afastamento e licença ao Diretor-Presidente da empresa, inclusive a título de férias; 

XXV – aprovar o Regimento Interno da empresa, do Conselho de Administração, dos demais Comitês de Assessoramento, bem como o Código de Conduta e Integridade da empresa; 

XXVI – aprovar o Regulamento de Licitações; 

XXVII. aprovar a prática de atos que importem em renúncia, transação ou compromisso arbitral, observada a política de alçada da HEMOBRÁS; 

XXVIII – discutir, deliberar e monitorar práticas de governança corporativa e relacionamento com partes interessadas; 

XXIX. aprovar e divulgar a Carta Anual com explicação dos compromissos de consecução de objetivos de políticas públicas, na forma prevista na Lei 13.303, de 30 de junho de 2016; 

XXX – estabelecer política de porta-vozes visando a eliminar risco de contradição entre informações de diversas áreas e as dos executivos da empresa; 

XXXI – avaliar os diretores e membros de comitês estatutários da empresa, nos termos do inciso III do art. 13 da Lei 13.303, de 30 de junho de 2016, com apoio metodológico e procedimental do comitê de Pessoas, Elegibilidade, Sucessão e Remuneração; 

XXXII – aprovar e fiscalizar o cumprimento das metas e resultados específicos a serem alcançados pelos membros da Diretoria Executiva; 

XXXIII – promover anualmente análise de atendimento das metas e resultados na execução do plano de negócios e da estratégia de longo prazo, sob pena de seus integrantes responderem por omissão, devendo publicar suas conclusões e informálas ao Congresso Nacional e ao Tribunal de Contas; 

XXXIV – aprovar o Regulamento de Pessoal, bem como quantitativo de pessoal próprio e de cargos em comissão, acordos coletivos de trabalho, programa de participação dos empregados nos lucros ou resultados, plano de cargos e salários, plano de funções, benefícios de empregados e programa de desligamento de empregados; 

XXXV – aprovar o patrocínio a plano de benefícios e a adesão a entidade fechada de previdência complementar; 

XXXVI – Aprovar e manter atualizado um plano de sucessão não-vinculante dos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva; 

XXXVII – Aprovar as atribuições dos Diretores não previstas no Estatuto Social; 

XXXVIII – Propor à Assembleia Geral a remuneração dos administradores e dos membros dos demais órgãos estatutários da empresa; 

XXIX – Executar e monitorar a remuneração de que trata o inciso XXXVIII deste artigo, inclusive a Participação nos Lucros e Resultados, dentro dos limites aprovados pela Assembleia Geral;  

XL – Avaliar, a cada 4 (quatro) anos, o alinhamento estratégico, operacional e financeiro das participações da HEMOBRÁS ao seu objeto social, devendo, a partir dessa avaliação, recomendar a sua manutenção, a transferência total ou parcial de suas atividades para outra estrutura da administração pública ou o desinvestimento da participação. 

Parágrafo único. Excluem-se da obrigação de publicação a que se refere o inciso XXXIII as informações de natureza estratégica cuja divulgação possa ser comprovadamente prejudicial ao interesse da empresa. 

Translate »

Paulo Cesar Ferreira Junior

Representação: Ministério da Saúde

Graduado em Direito pela Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu (UNIFOZ, Foz do Iguaçu-PR (2006). Servidor Militar da Ativa do Exército Brasileiro. Atualmente Chefe de Gabinete do Ministro de Estado da Saúde.

Ana Paula Teles Ferreira Barreto

Representação: Ministério da Saúde

Engenheira Florestal, graduada pela Universidade de Brasília – UnB (1984). Servidora do Ministério da Saúde desde 1988.

Atuou como Gerente do Programa de Pesquisa de Plantas Medicinais, Presidente da Comissão de Licitações de Medicamentos e Chefe de Gabinete da Presidência da Central de Medicamentos – CEME.

Na Coordenação-Geral de Recursos Logísticos do Ministério da Saúde atuou como Assessora e Coordenadora de Suprimento de Medicamentos e Correlatos, especializando-se em licitações, contratos, judicialização em saúde e processos negociais, atuando em reuniões e eventos na área de compras de medicamentos nos países Dinamarca, Turquia e Israel.

De 2009 a 2015 atuou na Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa como Assessora de Diretoria e do Diretor Presidente,  e Chefe de Gabinete Substituta, período no qual foi representante titular do Brasil e membro fundador do International Medical Devices Regulators Forum – IMDRF e foi membro fundador e exerceu a Vice-Presidência do Medical Devices Single Audit Program – MDSAP. Nas atividades junto à Agência, representou o país em reuniões e como palestrante em diversos países como: Austrália, Singapura, Bélgica, França, Itália, Japão, Suíça, Estonia, Irlanda, Reino Unido, Canadá e Estados Unidos. Coordenou também os trabalhos sobre Rastreabilidade de Medicamentos no período de 2011 a 2013.

Desde 2015 atua na Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, atualmente como Chefe de Gabinete e Secretária Substituta.

Elton da Silva Chaves

Representação: CONASEMS - Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde

Atual Assessor Técnico do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), Elton é Doutorando em Saúde Coletiva pela Universidade de Brasília (UnB), Mestre em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Ceará, com graduação em farmácia-bioquímica pelo Centro Universitário do Estado do Pará. É especialista em Atenção Farmacêutica, com experiência na Gestão em saúde e na área de Assistência Farmacêutica, com ênfase em Saúde Coletiva

Frederico Nicolas Antonino de Souza

Representação: Corpo Funcional da Hemobrás

Farmacêutico Industrial, Frederico, exerce atualmente na Hemobrás, o cargo de Especialista em PHB. Graduado em Farmácia pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), possui especialização em Saúde Coletiva e Sociedade e MBA em Gestão da Qualidade e Engenharia de Produção. Além disso, também possui a certificação Green Belt Lean Six Sigma e atua como Professor Universitário na UNINABUCO (Recife-PE), ensinando as disciplinas de Administração de Empresas Farmacêuticas e Assistência Farmacêutica

Lenir Santos

Representação: Ministério da Saúde (Presidenta do Conselho)

Titular da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa (SGEP) do Ministério da Saúde. Formada em direito, especializou-se em saúde pública pela Universidade de São Paulo (USP) e é doutora em saúde coletiva pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Presidente da Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, Lenir atua na área do direito sanitário e da gestão pública, especialmente nas áreas de organização do Sistema Único de Saúde (SUS), competências, legislação, conselhos de saúde, entre outros
temas que envolvem a implementação do SUS e do direito à saúde do cidadão.

Santos foi procuradora da Unicamp, consultora do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) e também coordenadora do curso de especialização em direito sanitário da Idisa-Unicamp. É conferencista e palestrante sobre direito público e sanitário, gestão do SUS e aspectos jurídicos da saúde pública. Presidiu a Fundação Síndrome de Down, com sede em Campinas, da qual foi idealizadora.

A secretária da SGEP é, ainda, autora de diversos artigos publicados em revistas especializadas e de livros, como Sistema Único de Saúde: Os desafios da gestão interfederativa, Conhecendo seus direitos na saúde pública, sistema de planejamento do SUS, direito sanitário e saúde pública, comentários à Lei Orgânica da Saúde, dentre outros..

Leonardo Moura Vilela

Representação: CONASS

Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (1988). Tem experiência na área de Saúde Coletiva, com ênfase em Gestão. Exerceu a profissão de médico no Hospital Nossa Senhora de Fátima em Mineiros-Goiás, de 1988 a 1998. Professor da UNIFIMES – Centro Universitário de Mineiros-Goiás de 1990 a 1997. Secretário Municipal de Saúde de Mineiros-Goiás de 1997 a 1998. Presidente da Fundação EMAS – Fundação Ecológica de Mineiros de 1998 a 1999. Secretário de Estado de Agricultura de Goiás de 1999 a 2001. Exerceu três mandatos de Deputado Federal por Goiás (2003-2007, 2007-2011, 2011-2015). Secretário de Estado de Infraestrutura de Goiás em 2005. Secretário de Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Goiás de 2011 a 2013. Secretário de Estado de Gestão e Planejamento de Goiás em 2014. Membro do Conselho de Administração da SANEAGO (Saneamento de Goiás S/A) de 2014 a 2018. Presidente do Conselho de Administração da IQUEGO (Indústria Química de Goiás) de 2015 a 2017. Secretário de Estado de saúde de Goiás de 2015 a 2018. Presidente do CONASS – Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde de abril/2018 a abril/2019. Cursando o mestrado profissional em saúde coletiva da Universidade Federal de Goiás (2019). Assessor técnico do CONASS desde 01/05/2019.

Pedro Canísio Binsfeld

Representação: Ministério da Saúde

Doutor em Biotecnologia (Summa cum Laude) pela Rheinische Friedrich Wilhelms Universität Bonn – Alemanha (1999) e Doutor em Ciências – Biotecnologia pela Universidade Federal de Pelotas (1998). Pós-doutor em Biologia Celular e Molecular pela Universidade de Sydney –
Austrália (1999).


Entre os anos de 2000 e 2001, Habilitation e chefe do laboratório de Biotecnologia do IMBIO – Universidade de Bonn. Docente e Pesquisador no Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da UFPel (2002-2005) e na Universidade de Bonn (2001-2009). Docente e pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Políticas Públicas na Fiocruz. Pesquisador no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas – INI, auditor e consultor internacional.


Atuou como Secretário Executivo da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP e Diretor adjunto do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde além de Coordenador Geral de Assuntos Regulatórios na SCTIE do Ministério da Saúde. Na Anvisa foi assessor chefe na Diretoria de Controle e Monitoramento Sanitário – Dimon e na Diretoria de Regulação Sanitária – Direg, em áreas de inovação e regulação em saúde. Pela Anvisa integrou o Global Summit on Regulatory Science – GSRS e indicado pelo Ministério das Relações Exteriores como Expert brasileiro no ATHEG – Biosafety Clearing House – UNEP/CDB.


Como Coordenador Geral de Assuntos Regulatórios e inovação em Saúde – SCTIE/MS, integrou, entre 2008 e 2013, como membro Titular do Ministério da Saúde a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio, foi Conselheiro Titular do Ministério da Saúde no Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal – CONCEA, do Ministério da Ciência e Tecnologia, foi Conselheiro Titular do Ministério da Saúde no Conselho de Gestão do Patrimônio Genético – CGEN, do Ministério do Meio Ambiente. Por quatro anos atuou como Autoridade Nacional Competente do Ministério da Saúde para Protocolo de Cartagena. Coordenou Comitê de Nanotecnologia da Anvisa. Representante do Ministério da Saúde no Comitê Nacional de Biotecnologia e no Comitê Interministerial de Nanotecnologia do Ministério da Industria e Comércio.


Foi por sete anos Coordenador da Comissão de Biossegurança em Saúde do Ministério da Saúde; do Comitê de Acesso ao Genoma Humano, e da Comissão de Propriedade industrial e Intelectual. Consultor sênior da Organização Pan-americana de Saúde – OPAS/OMS. Atuou e atua como docente, orientador e colaborador em Programas de Pós-Graduação em áreas científicas, tecnológicas e de políticas públicas com ênfase em temas estratégicos, inovadores e inteligência institucional.

Cookies

Quando você visita um site, ele pode armazenar ou coletar informações no seu navegador, principalmente na forma de cookies. Essas informações podem ser sobre você, suas preferências ou seu dispositivo e são usadas principalmente para fazer o site funcionar como você espera. As informações normalmente não o identificam diretamente, mas podem oferecer uma experiência na web mais personalizada. Como respeitamos seu direito à privacidade, você pode optar por não permitir alguns tipos de cookies. Clique nos títulos das diferentes categorias para saber mais e alterar nossas configurações padrão. No entanto, o bloqueio de alguns tipos de cookies pode afetar sua experiência no website e os serviços que podemos oferecer. Mais informações

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.

Cookies

Ao clicar em “Aceitar todos”, você concorda com o armazenamento de cookies no seu dispositivo para melhorar a navegação no site, analisar o uso do site e ajudar em nossos esforços de marketing.

Imunoglobulina

São proteínas produzidas pelos linfócitos B, tipo específico de leucócito (célula sanguínea) cuja função é reconhecer, neutralizar e marcar os antígenos para que estes sejam eliminados ou fagocitados pelos macrófagos. Ou seja, age como mecanismo de defesa do organismo contra infecções e agressões externas. 

Indicação – no âmbito terapêutico, é usada principalmente em pessoas com doenças neurológicas, deficiências imunológicas, doenças autoimunes e infecciosas, aids, púrpura, entre outras e no transplante de medula óssea. 

Fator de von Willebrand

É um fator pró-coagulante que circula no plasma sanguíneo. Ele aumenta a adesão de plaquetas ao endotélio lesado e, ao se ligar ao fator VIII, mantém adequados seus níveis plasmáticos. A deficiência quanti ou qualitativa desse fator caracteriza a doença que traz o nome do médico finlandês Erik Adolf von Willebrand, que a descreveu pela primeira vez em 1925. 

Indicação – portadores da coagulopatia de von Willebrand, vinculada a mutação no cromossomo 12, que se manifesta basicamente pela disfunção plaquetária associada à diminuição dos níveis séricos do fator VIII coagulante, existindo também casos raros de forma adquirida da doença. Essa é a doença hemorrágica mais comum e atinge cerca de 2% da população mundial. Ambos os sexos são afetados e os sintomas incluem sangramentos nas gengivas, menstruais prolongados, sangramentos excessivos após pequenos cortes, extração dentária e outras cirurgias.  

Fator IX

O Fator IX é uma das principais proteínas do sistema de coagulação e encontra-se deficiente em pessoas com hemofilia B. 

Indicação – pacientes com hemofilia B, doença genética cujos sintomas são semelhantes aos da hemofilia A.

Fator VIII

O Fator VIII plasmático é uma das proteínas essenciais do sistema de coagulação sanguínea e sua falta causa a hemofilia A, chamada de hemofilia clássica, doença genética ligada ao sexo.  

Indicação – usado no tratamento das pessoas com hemofilia A, doença caracterizada por hemorragias nas articulações, músculos, trato digestivo e cérebro. Como a doença é ligada ao cromossomo X, um homem (XY) com um gene anormal no seu cromossomo X terá hemofilia. No caso da mulher (XX), ela só apresenta a doença, se os dois cromossomos X estiverem afetados, o que é muito raro. Quando um só é atingido, ela poderá passar o gene ao seu filho. A incidência estimada da doença é de 1 para 5mil homens e 1 para cada 25 milhões de mulheres. O Fator VIII plasmático tem a mesma função do Hemo-8r (nosso fator VIII recombinante): combater sangramentos e realizar o tratamento profilático de pacientes com hemofilia A. A reposição do fator VIII restaura a hemostasia nesses pacientes. 

Complexo Protrombínico

O Complexo Protrombínico é um conjunto de proteínas presentes no sangue. A principal função da maioria delas no corpo é atuar no processo de coagulação.  

Indicação – pacientes com hemofilias A e B, e no tratamento de hemorragias em pessoas que utilizam medicamentos anticoagulantes e portadores de cirrose hepática. 

Albumina

Albumina humana é a principal proteína encontrada no plasma sangue. Sua síntese ocorre no fígado, pelos hepatócitos. Exerce papel fundamental na manutenção da pressão osmótica, distribuindo os líquidos corporais nos espaços intra e extravascular. 

Indicação – é usada no tratamento de grandes queimados ou de pessoas com hemorragias graves, cirrose, insuficiência renal, septicemias, e ainda em transplantes de fígado e cirurgias cardíacas. 

Hemo-8r
(Fator VIII recombinante)

O Hemo-8r é o nosso Fator VIII recombinante. Ele é o nosso primeiro produto registrado e distribuído com a nossa marca. O Hemo-8r é fundamental para a nova fase do tratamento da Hemofilia A no Brasil com a ampliação da profilaxia, que é a maneira mais eficaz para prevenir os sangramentos espontâneos e sequelas nas pessoas portadoras da coagulopatia.

Possui a mesma eficácia do Fator VIII plasmático, mas não depende das doações de sangue para ser produzido, o que vai permitir que a maioria das pessoas portadoras de Hemofilia A possam fazer o tratamento profilático no futuro.

Recombinantes

Medicamentos recombinantes são produzidos por engenharia genética através do uso da “tecnologia de DNA recombinante”. Nessa técnica, um gene responsável pela síntese de uma proteína específica, é inserido numa célula que será responsável pela expressão da mesma. Essa célula modificada se reproduz num meio com nutrientes e expressa uma grande quantidade da proteína. O produto final é obtido após a purificação da proteína e utilização na fabricação do medicamento.

Atualmente, temos um processo de transferência de tecnologia de medicamento recombinante com o laboratório Takeda, para a produção do Hemo-8r, o Fator VIII recombinante.

Skip to content